A Nobreza do Amor: Jendal fica cego por vingança e comete erro fatal
José retorna a Batanga e fortalece núcleo revolucionário com apoio da rainha Menemi, enquanto Jendal permanece alheio à conspiração

Enquanto Jendal (Lázaro Ramos) concentra todos os esforços na busca por Alika (Duda Santos) no Brasil, uma revolução se articula sem que ele tenha a menor noção em A Nobreza do Amor. O retorno de José (Bukassa Kabengele) a Batanga acelera a formação de uma resistência organizada contra o tirano, que permanece longe e cego pelo desejo de vingança.
Chinua (Hilton Cobra) apresenta José a Akin (André Luiz Miranda) e Ladisa (Rita Batista), fortalecendo instantaneamente o núcleo da resistência. A chegada do engenheiro dá novo fôlego aos que lutam contra o governo de Jendal e Binta (Lesliana Pereira).
Prisioneiros recebem esperança de libertação
Chinua consegue se comunicar com Kênia (Nikolly Fernandes) e revela que José está em Batanga. Ele promete que o engenheiro poderá ajudar, em breve, a tirá-la da prisão ao lado de Dumi (Licínio Januário).
Nas minas, o infiltrado Gamba (Rei Black) também confidencia a Dumi que o irmão de Cayman (Welket Bungué) voltou para libertá-los da tirania. A notícia fortalece a moral dos prisioneiros e amplia a base de apoio à resistência.
Rainha Menemi garante apoio à guerra contra Jendal
José tem um encontro decisivo com a rainha Menemi, interpretada por Taís Araujo. Totalmente alinhada aos ideais de Alika, a soberana promete apoio na guerra para arrancar Jendal do poder.
O apoio da rainha representa um ponto de virada estratégico para a resistência, que passa a contar com recursos e legitimidade política para enfrentar o tirano.
Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.



