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Sidney Sampaio detalha sequelas após acidente: ‘Sinto algumas dores ainda’

O ator caiu da janela do hotel no início de agosto, após ingerir bebida alcoólica e tomado remédio para dormir em sequência

Dois meses após a queda de um prédio no Rio de Janeiro, o ator Sidney Sampaio detalhou as sequelas do acidente. Ele relata que “nasceu de novo” e encara como um “milagre” ter sobrevivido. O artista também contou que seu filho, Leonardo, de 12 anos, tem sofrido bullying na escola após o caso ter sido divulgado na mídia.

Na época, após ser socorrido, ele teve fraturas nos dois calcanhares, em dedos e na coluna e precisou de muletas ou cadeira de rodas para se locomover. Agora, ele atualiza sobre sua saúde, em entrevista ao programa Sensacional, da RedeTV!: “Sinto algumas dores ainda na coluna, nos pés, de vez em quando. Mas eu estou muito melhor, acho que nasci de novo. Um milagre.”

O que Sidney Sampaio se lembra?

No dia do acidente, o artista deu entrada no hotel, localizado em Copacabana, por volta das 4h da manhã e, às 7h, começou a bater na porta do quarto de outros hóspedes após quebrar o apartamento em que estava.

De acordo com informações da Record, Sidney teria quebrado a janela do banheiro e pulado do quinto andar. Ele caiu no primeiro piso, na área dos fundos, em cima do aquecedor do hotel. Depois disso, ele invadiu outro quarto do andar e se jogou na calçada.

Antes do ocorrido, o ator tomou uma dose de vodca e depois um remédio para dormir que era da irmã.

À RedeTV!, ele explicou que “tinha esquecido que tinha bebido” e misturado o remédio com álcool. “Falei: ‘Vou para o hotel para conseguir descansar’. Lembro de fazer o check-in, de ir para o quarto, tranquilo. Depois as coisas começaram a ficar confusas na minha cabeça”, contou.

“São fatos meio embaçados na minha cabeça, mas me recordo de estar bem confuso, pedindo ajuda e não entender direito o que estava acontecendo, me sentir meio perseguido. Fatidicamente, acabei caindo lá, me jogando, mas não teve nada a ver com depressão ou querer tirar a minha vida, de forma alguma”, explicou ele.

Bullying

Segundo ele, após o acidente seu filho, de 12 anos, começou a sofrer bullying na escola. “Foi muito preocupante. Você vê que tem uma pessoa fazendo uma brincadeira com isso, agredindo uma criança, era uma outra criança também, mas é chato. Fiquei me sentindo muito culpado, mas depois falei: ‘A culpa não é minha, foi um fato que aconteceu’”, afirmou.

Natasha Werneck é jornalista formada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH). Foi repórter de Política e Cultura do Jornal Estado de Minas e já atuou em portais como Hugo Gloss e POPline. Foi estagiária da Itatiaia e retornou à empresa em 2023, como repórter de Entretenimento.
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