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Homem que se dependurava em prédios morre ao cair de edifício de 220 metros em Hong Kong; entenda

Remi Lucidi caiu de um prédio de 220 metros em Hong Kong na última quinta-feira (27)

Remi Lucidi, também conhecido como Remi Enigma, de 30 anos, morreu nesta quinta-feira

Famoso por pular de prédios muito altos, o francês Remi Lucidi, também conhecido como Remi Enigma, de 30 anos, morreu nesta quinta-feira (27), ao cair do 68° de um prédio em Hong Kong. Ele teria entrado ilegalmente na Tregunter Tower, que possui quase 220 metros de altura.

Na ocasião, Remi teria conseguido entrar no edifício ao dizer aos seguranças do local que estava indo visitar um amigo no 40º andar. De acordo com o portal Sky News, nas câmeras de segurança é possível ver o entusiasta descendo no 49º andar e, depois, nas escadas indo para o último andar, onde ele teria arrombado a porta do local.

Durante a atividade, Remi ficou preso fora do edifício e chegou pedir ajuda a uma empregada ao bater numa janela do prédio. A funcionária chamou a polícia, mas o jovem teria desequilibrado e caído. "É possível que ele tenha ficado preso no exterior da cobertura enquanto praticava o esporte radical no edifício. Ele bateu na janela para pedir ajuda, mas caiu acidentalmente”, explicou uma fonte ao South China Morning Post.

A polícia local informou que junto ao corpo de Remi foram encontradas a carteira de identidade e uma câmera GoPro que continha vídeos das subidas radicais que ele fez em vários pontos do planeta. Nas redes sociais, ele publicava vários vídeos mostrando suas aventuras em prédios muito altos e locais inusitados, como a superfície de trens em movimento.

O jovem se arriscava em atividade radicais nas alturas desde 2015, sempre sem equipamentos de proteção e portando uma câmera para registrar os momentos. Em março deste ano, ele postou uma foto dependurado em uma torre perto de Chernobyl na Ucrânia.

Nos comentários das publicações, alguns internautas escreveram mensagens de solidariedade à família de Remi. “Descanse em paz. As pessoas nos comentários não entendem o que é uma descarga de adrenalina. Ele estava fazendo o que amava, e eu tenho certeza que ele sabia que cair era uma possibilidade. Eu rezo pela sua família”, escreveu um jovem. Após a morte, o jovem ganhou muita repercussão nas redes sociais, antes da morte, o perfil de Remi tinha um pouco mais de 3 mil seguidores, nesta terça-feira (1°), até o momento, ele acumula mais de 30 mil seguidores.

Confira a publicação de Remi:

(Sob supervisão de Patrícia Marques)

Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento