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Encceja 2026: Inep divulga cartilha com orientações para a redação

Material traz critérios de correção, dicas e exemplos comentados de textos de edições anteriores

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Cartilha da redação do Encceja
Divulgação/ Inep

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou a Cartilha do Participante – Redação nesta sexta-feira (31). No documento, os candidatos encontram instruções sobre a redação que deverá ser feita na prova, critérios de correção e exemplos comentados de textos.

A cartilha explica quais são as cinco competências avaliadas e esclarece como a redação é corrigida, além de apontar situações que podem resultar em nota zero. Os textos são corrigidos por pelo menos dois avaliadores independentes e, quando há diferença significativa entre as notas, há uma terceira avaliação.

O gênero da redação é dissertativo-argumentativo, que deve ser escrito em língua portuguesa, com, no mínimo, cinco linhas e abordar o tema proposto na prova. É proibido copiar os textos motivadores.

As provas serão realizadas no dia 23 de agosto deste ano, em dois turnos. A prova serve para obter certificação de conclusão do ensino fundamental ou médio e para avaliar a educação de jovens e adultos no Brasil.

Além da redação, os candidatos farão quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha. Para obter a certificação do ensino fundamental, é necessário ter a partir de 15 anos completos. Já no caso da conclusão do ensino médio, é preciso ter 18 anos ou mais.

No ensino fundamental, os participantes são avaliados em ciências naturais, matemática, língua portuguesa (incluindo redação), língua estrangeira, artes, educação física, história e geografia. No ensino médio, as áreas incluem linguagens e códigos, acompanhados de redação, matemática, ciências da natureza e ciências humanas.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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