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Vasco precisa quebrar tabu para sonhar com permanência na Série A do Brasileiro

Cruz-Maltino precisa vencer o Grêmio, na Arena do Grêmio, local em que possui 0% de aproveitamento: perdeu todos os sete jogos

No ano passsado, o Vasco foi derrota pelo Grêmio na Série B

No ano passsado, o Vasco foi derrota pelo Grêmio na Série B

LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

A derrota do Vasco, nesta terça-feira (28), em pleno São Januário, para o Corinthians, complicou a situação da equipe na luta contra o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. E para completar, o próximo duelo será contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, local em que o clube nunca pontuou.

Nas sete vezes que o Vasco jogou no estádio gremista, foram sete derrotas. Incluindo um revés pela Série B do Campeonato Braisleiro, do ano passado. Além disso, o clube carioca não sabe o que é vencer enfrentando o rival como visitante há 12 jogos. A última vitória aconteceu em 2006, são 17 anos de tabu.

A nova derrota diante da torcida deixou o Cruz-Maltino com 52,3% de chances de rebaixamento, segundo o Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A situação não é fácil, mas dentro do clube ainda existe a confiança. E para isso, é quase que obrigatório vencer os dois duelos. Ou seja, quebrar o tabu em Porto Alegre.

Por isso, ciente das dificuldades que virão pela frente, o capitão vascaíno, Gary Medel, lamentou a derrota para o Corinthians.

“Sabíamos da importância que teve a partida. Cada vez que fazíamos um gol, metemos a bunda lá atrás. Isso não pode acontecer em nosso campo, diante da nossa torcida. Muita coisa não funcionou”, lamentou Medel.

Já o técnico Ramón Díaz se mostrou confiante que a equipe vai se manter na elite, mais uma vez.

“Entramos em desespero, que não é o que a equipe costuma fazer. Fiz mudanças para criar situações, não fomos muito claros. Quando a equipe jogou, criamos situações, mas o futebol tem essa coisa. Agora temos que esperar os resultados de amanhã, temos seis pontos em disputa. Como eu disse aos jogadores, não está definido”, disse.

Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.
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