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O que fazer com o PIX fora do ar e como proteger suas transações?

Serasa recomenda que clientes de bancos adotem medidas para mitigar os impactos das instabilidades no PIX

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Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.
PIX ficou fora do ar nessa terça-feira (25) • MArcello Casal Jr/Agência Bras

O sistema de pagamentos instantâneo PIX passou por momentos de instabilidade na tarde dessa terça-feira (24). Apesar do Banco Central não ter identificado intercorrências, clientes de diversos bancos relataram problemas ao longo do dia, segundo monitoramento do site DownDetector.

Caso uma instabilidade seja identificada, o recomendável é que os clientes verifiquem a situação no aplicativo do seu banco ou no Banco Central para entenderem se o problema é geral ou específico de uma instituição financeira.

Durante o período de indisponibilidade, o Serasa recomenda que os clientes utilizem alternativas de pagamento como o TED, DOC ou cartões de crédito e débito. A entidade também orienta um contato com o atendimento ao cliente do banco, com o objetivo de obter informações sobre a situação.

Como proteger seus dados durante problemas com o PIX:

  •  Monitoramento das contas: acompanhe suas contas bancárias regularmente para identificar quaisquer transações suspeitas.
  • Evite transações inseguras: não compartilhe informações bancárias em sites ou aplicativos não confiáveis.
  • Atualize suas senhas: em caso de qualquer suspeita de comprometimento de segurança, altere suas senhas e informe seu banco imediatamente.
  • Atenção às comunicações oficiais: fique atento às comunicações oficiais do seu banco e do Banco Central sobre a disponibilidade do Pix.
  • Acesse o Pix por canais seguros: sempre utilize canais oficiais para acessar o serviço Pix e realizar transações.
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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.