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PPP's transformam a infraestrutura da rede pública de educação em Minas Gerais

Comunidade escolar aponta avanços em manutenção, limpeza e qualidade dos espaços pedagógicos

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sala de aula, com mesas cadeira e objetos lúdicos
PPPs transformam a infraestrutura da rede pública em Minas Gerais • Inova BH

Minas Gerais avança em projetos que preveem parcerias com o setor privado na educação. Diversos municípios do estado já exploram esse modelo. Na capital, Belo Horizonte, 63 escolas públicas de ensino infantil e fundamental são construídas e geridas por meio de parcerias público-privadas (PPPs). No restante do estado, há projetos para a reforma de 95 unidades no mesmo formato.

Moradores de BH, como o comunicador André Magalhães, relatam a boa funcionalidade das escolas. Com uma filha de cinco anos estudando em uma EMEI do bairro Castelo, ele afirma que a unidade é pensada justamente para as crianças.

“Só de chegar em frente a uma EMEI, as próprias cores dizem que ali é um espaço alegre, bem colorido e lúdico. A beleza externa também reflete no interior da unidade: é tudo muito bonito e novo. O banheiro é extre mamente limpo, as portas estão todas funcionando, não tem pia quebrada ou falta de objetos. Tudo funciona e, a cada período de férias das crianças, há um processo de construção ou de renovação de algum espaço, como o parquinho, que foi reconstruído recentemente”, detalha.


André Magalhães ao lado da filha, de cinco anos, aluna de uma EMEI no bairro Castelo

O secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, diz que, nos modelos de PPP aplicados à educação no estado, a parte pedagógica permanece sob responsabilidade do poder público.

“Os pais podem observar um serviço diferente, uma escola com mais qualidade. Em relação à funcionalidade, continua sendo a mesma. Os procedimentos para escolha da direção e contratação dos professores continuam, assim como a escolha do livro didático, que ainda é currículo do Estado”, explica.

O secretário acrescenta que o processo de matrículas não é alterado com a implementação da PPP. “Quem define quem vai estudar em determinada escola é o sistema de matrículas do Estado de Minas Gerais. O que prezamos nesse modelo é aquilo de maior necessidade, como climatização e outras funcionalidades de serviços”, finaliza.


 Rossieli Soares, secretário estadual de EducaçãoConfira a reportagem completa:

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Jornalista graduado pela PUC Minas; atua como apresentador, repórter e produtor na Rádio Itatiaia em Belo Horizonte desde 2019; repórter setorista da Câmara Municipal de Belo Horizonte.