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Ingrid Haas é finalista no Jabuti com obra sobre empatia e comunicação no ambiente escolar

Livro 'A Descoberta que Mudou a Minha Vida' disputa o principal prêmio da literatura brasileira na categoria Juvenil, abordando diversidade, inteligência emocional e resolução de conflitos

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Livro sobre diversidade e inclusão é finalista do Prêmio Jabuti
Livro sobre diversidade e inclusão é finalista do Prêmio Jabuti • Foto: Redes Sociais

A literatura mineira e nacional celebra um momento especial com a divulgação dos finalistas do Prêmio Jabuti 2026, a mais tradicional e prestigiada premiação do mercado editorial brasileiro. Ao lado de nomes consagrados como Adélia Prado, Ruy Castro e Humberto Werneck, além de iniciativas marcantes como o programa Universo Literário (da Rádio UFMG), a escritora Ingrid Haas alcançou um importante marco em sua carreira: seu livro "A Descoberta que Mudou a Minha Vida", publicado pela Editora InVerso, foi anunciado como finalista na categoria Juvenil.

Disputando o reconhecimento entre mais de 4.600 obras e projetos inscritos nesta edição, a publicação destaca a força da literatura voltada para a formação de novos leitores e a importância de debates humanizados na juventude.

Diálogo, empatia e inteligência emocional

Com ilustrações de Hellen Fanucchi, a obra acompanha a jornada da personagem Mia no enfrentamento de dilemas marcantes da adolescência, tais como preconceito, exclusão e diversidade. O grande diferencial da narrativa reside no foco na comunicação não violenta e na inteligência emocional como ferramentas essenciais para a resolução de conflitos e a construção de relações interpessoais saudáveis.

A relevância do tema tem feito do livro uma referência entre educadores, jovens e famílias, consolidando-se como um recurso pedagógico e humano sobre empatia no ecossistema educacional.

Além de sua atuação na literatura, Ingrid Haas reúne uma trajetória multidisciplinar: é Corporate Trainer, PhD em Direito e professora na Universidade de São Paulo (USP). Para ela, dar voz aos sentimentos dos jovens é a chave para transformações sociais profundas.

"Quando damos linguagem ao que sentimos, também criamos novas possibilidades de diálogo, consciência e transformação", celebrou a autora em suas redes sociais.

Emocionada com a indicação, Ingrid destacou o propósito que deu origem ao livro e a dimensão transformadora da literatura juvenil: "A Descoberta que Mudou a Minha Vida nasceu de um desejo muito profundo: mostrar aos adolescentes que é possível compreender melhor as próprias emoções, construir relações mais empáticas e transformar a maneira como nos comunicamos" afirma a autora.

"Para mim, esse livro nunca foi apenas sobre comunicação não violenta, mas sobre direitos humanos, diversidade, inclusão, pessoas, diferenças e a possibilidade de construir um mundo em que possamos nos compreender melhor. Já me sinto uma vencedora por chegar até aqui" conclui.

Sobre o Prêmio Jabuti

Criado em 1958, o Prêmio Jabuti é o selo de maior prestígio da literatura brasileira. Reconhecido como patrimônio cultural, a honraria celebra a diversidade e a excelência de todos os elos da cadeia editorial do país, desde escritores e ilustradores a capistas e projetos de incentivo à leitura, acompanhando e registrando a evolução da sociedade brasileira ao longo das décadas.

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Giovanna Damião é jornalista da televisão, digital e do rádio. Desde 2020 como social media e redatora na televisão e, mais recentemente, atuando como apresentadora e repórter da editoria de cultura. Com versatilidade no jornalismo, caminha pela música, eventos, esportes e entretenimento.

 

 

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