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Sexo: pesquisa revela trapalhadas dos brasileiros na cama na hora H

A cãibra é a campeã isolada das trapalhadas. Entre os que contaram seu maior mico, 40% citam a dor, torção ou outro desconforto físico causado por posições que acabam exigindo mais preparação

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Sexo perfeito só existe no cinema: brasileiros contam as trapalhadas que acontecem em momentos de intimidade
Sexo perfeito só existe no cinema: brasileiros contam as trapalhadas que acontecem em momentos de intimidade • Gemini

Nem sempre tudo ocorre como planejado na Hora H. Pelo menos é o que mostra a recente pesquisa feita pela plataforma Sexlog. Segundo o levantamento, quase metade (49%) dos brasileiros ouvidos já passou por uma situação engraçada ou constrangedora durante o sexo. Para 19%, isso aconteceu várias vezes. Somando quem não protagonizou, mas presenciou uma trapalhada, o número chega a 60%.

O levantamento ouviu mais de dois mil usuários da plataforma e retrata relações sexuais bem diferentes da perfeição dos filmes.

O ranking das trapalhadas

A cãibra é a campeã isolada das trapalhadas. Entre os que contaram seu maior mico, 40% citam a dor, torção ou outro desconforto físico causado por posições que acabam exigindo mais preparação. Em seguida aparecem as interrupções e os flagras, seja por alguém, pelo celular ou por um pet (26%). Os barulhos indesejados fecham o pódio, com 20%, e as flatulências respondem por 15%.

Logo atrás vêm a ausência de ereção (19%) e os problemas com a camisinha ou com algum acessório sexual (18%). Derrubar alguma coisa ou bater em algum lugar aparece em 12% dos relatos. Também com 12% aparecem os relatos de quem chamou a pessoa pelo nome errado ou cometeu outra gafe. Fechando a lista, 9% erraram a posição ou tentaram uma acrobacia que não deu certo.

Os micos acontecem tanto na aventura quanto na rotina. Quase metade (48%) foi em um encontro casual, e 39% com o parceiro ou a parceira fixa. O motel aparece como cenário em 22% dos casos, e 18% aconteceram em uma experiência a três ou com mais pessoas.

A idade muda o tipo de trapalhada. Entre os jovens de 18 a 24 anos, os micos que mais se destacam são a acrobacia que deu errado (22%, mais que o dobro da média geral, de 9%) e o pum (20%, contra 15% no total). Já a cãibra chega ao pico na faixa dos 25 aos 34 anos, quando atinge 47% dos entrevistados.

A risada salva o clima

A maioria leva o mico na esportiva. A reação mais comum, citada por um em cada três, é cair na risada e seguir em frente. Depois vêm ficar com vergonha e tentar disfarçar, transformar a situação em uma história para contar, ver o parceiro rir junto e ajudar a levar na brincadeira e, por fim, ficar constrangido mas conseguir retomar. Ver o clima acabar na hora está entre as respostas menos citadas.

O pum, símbolo clássico do constrangimento, quase nunca encerra a transa. O que mais derruba o clima é quando o corpo não colabora como o esperado.

Quando perguntados sobre o que mais acabaria com o clima, os usuários apontam em primeiro lugar uma falha de higiene ou um imprevisto desagradável. Em seguida vêm chamar a pessoa pelo nome errado e ser interrompido por alguém ou pelo celular. O barulho corporal aparece lá no fim da lista, embora preocupe mais os jovens.

Com a idade, a risada passa a ser dividida. Os mais jovens tendem a rir sozinhos e seguir em frente. Os mais velhos contam mais com o parceiro para levar o mico na brincadeira.

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