Morte de americano com gripe aviária vira alerta internacional
Pecuaristas dos Estados Unidos trabalham a vários anos para combater o vírus transmitido pelas aves. O Brasil continua livre da gripe aviária, mas o surto continua em vários países. Confira com Valdir Barbosa.

Amigas e amigos do agro!
Mesmo afirmando que o risco de contaminação e morte é muito baixo, a OMS (Organização Mundial de Saúde) faz alerta mundial sobre a gripe aviária em mamíferos, inclusive humanos.
Entretanto, sendo o leite pasteurizado o consumo é normal, só que o contato entre humanos e o produto da fazenda até o laticínio transmite a doença. A própria OMS relata que o vírus circula no inverno e que não existe motivo para pânico, apenas cuidados sanitários.
Enquanto isso, a França, que havia recuperado o “status livre” da Influenza Aviária, perde de novo essa condição devido ao registro de novo surto em 2 granjas na região da Normandia.
E lá, além de galinhas e ovos, tem a questão do pato, que é uma das carnes mais consumidas no país. E o patê de fígado de ganso? 25 mil aves já foram abatidas. E 16 mil aves também abatidas na Alemanha, região da Baviera.
Interessante é que a França havia ganho o status de livre da Influenza Aviária no dia 15 de dezembro e perde a condição em menos de 30 dias.
Enquanto isso, os vários surtos em diversos países da America e Europa, deixam o Brasil numa posição de destaque mundial. Nenhum caso registrado em granjas industriais, o que não quer dizer que estamos isentos.
Por isso, o agro brasileiro merece respeito!
Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.



