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Fim das bets no Brasil divide opiniões e pode gerar onda de ações na Justiça

Especialistas apontam divergências sobre a arrecadação de impostos e o comércio enquanto operadoras preparam recursos jurídicos

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Close-up das mãos de uma pessoa segurando um smartphone preto enquanto utiliza o aparelho. A pessoa veste um suéter amarelo, e o fundo desfocado sugere um ambiente interno, com parte de uma mesa e um notebook visíveis no primeiro plano.
Imagem de uma pessoa usando celular • Photographer: Dragos Condrea

Especialistas divergem sobre os impactos econômicos da Medida Provisória que determinou o encerramento das plataformas de apostas esportivas e jogos on-line no Brasil. Eles estão divididos entre a perda de arrecadação direta com patrocínios e os ganhos para o comércio tradicional com o retorno do dinheiro ao consumo. Enquanto apostadores têm até 5 de outubro para sacar os saldos antes do bloqueio compulsório em 6 de outubro, empresas do setor sinalizam que devem recorrer à Justiça para cobrar indenizações pelas outorgas pagas.

Veja o que muda no comércio, no futebol e na arrecadação com o fim das apostas

Minas Gerais cria comitê inédito para solucionar conflitos na mineração

Minas Gerais passa a contar com um comitê de arbitragem e mediação criado pela Câmara de Mediação e Arbitragem Empresarial – Brasil para solucionar conflitos no setor minerário sem judicialização. A iniciativa pioneira visa atender a crescente demanda por mediação em disputas sobre contratos, investimentos e questões socioambientais. O Estado liderou o faturamento da indústria mineral no País em 2025, concentrando 39,9% do total nacional e impulsionando Belo Horizonte como polo estratégico para a resolução dessas controvérsias.

Confira como o novo comitê vai conciliar disputas e evitar processos judiciais na mineração

 

Produção de vinhos finos dispara e lucro de produtores cresce 276% em MG

A vitivinicultura mineira atravessa um momento de forte expansão impulsionado pela técnica da dupla poda, desenvolvida pela Epamig. Com a colheita transferida para o inverno, o Estado superou os limites do clima e viu o número de projetos vitícolas saltar de aproximadamente 50 em 2020 para cerca de 130. A consolidação da tecnologia aliada à gestão profissional refletiu nos números do programa ATeG do Sistema Faemg Senar, que registrou alta de 68,35% na produção e salto de 276,02% no lucro total dos produtores atendidos entre as safras 2024/25 e 2025/26.

De 50 para 130 projetos: veja como a tecnologia transformou o vinho em Minas

 

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