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Centro-Sul de BH lidera ranking das taxas de condomínio mais altas

Belvedere lidera com cobranças de até R$ 2,5 mil, seguido por Funcionários (R$ 1,5 mil) e Savassi (R$ 1 mil)

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Alisson J. Silva / Diário do Comércio

A região Centro-Sul de Belo Horizonte concentra os bairros com as taxas de condomínio mais altas. O Belvedere lidera com cobranças de até R$ 2,5 mil, seguido por Funcionários (R$ 1,5 mil) e Savassi (R$ 1 mil). O custo elevado está ligado à valorização dos imóveis e à infraestrutura dos prédios. No valor por metro quadrado, Funcionários tem a taxa mais alta (R$ 10,16/m²), seguido por Savassi (R$ 8,75/m²) e Belvedere (R$ 7,98/m²). O estudo analisou 10 mil imóveis anunciados para venda em janeiro de 2025.

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Sebrae amplia acesso ao crédito para pequenos negócios afetados pelas chuvas

O Sebrae alterou as regras do Fundo de Aval para a Micro e Pequena Empresa (Fampe) para beneficiar negócios afetados pelas chuvas, permitindo crédito com 100% de aval até 13 de agosto e isenção da comissão. O programa facilita o acesso ao crédito ao oferecer garantias complementares às instituições financeiras. Em Minas Gerais, instituições como Caixa, BDMG e cooperativas são parceiras. O Sebrae não concede crédito, mas orienta empreendedores e oferece suporte pelo Programa Crédito Assistido. Até 2024, o Fampe garantiu mais de 107 mil operações e viabilizou R$ 5 bilhões em crédito no Estado.

Entenda sobre o programa e saiba quais instituições são parceiras

Confiança do consumidor sobe em BH, mas pessimismo ainda predomina

O Índice de Confiança do Consumidor de Belo Horizonte (ICC-BH) subiu 0,85% em fevereiro, alcançando 40,94 pontos, mas acumula queda de 6,12% no ano, refletindo pessimismo. A melhora foi impulsionada pela percepção positiva sobre emprego (+9,61%) e economia (+4,41%), apesar da inflação ainda ser uma preocupação. O Índice de Expectativa Econômica subiu 5,17%, enquanto a expectativa financeira das famílias caiu 2,20%, com menor intenção de compra. Vestuário (21,43%) e veículos (14,76%) lideram as intenções de consumo. O ICC-BH é baseado em entrevistas com 210 consumidores.

Outras informações sobre o estudo do Ipead

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