Mineiras são nomes cotadas para o Ministério dos Direitos Humanos; saiba quem são
Deputada Macaé Evaristo e ex-ministra Nilma Lino Gomes são citadas nos corredores de Brasília, mas elas ainda não foram sondadas oficialmente

Duas mineiras estariam entre as cotadas para assumir o Ministério dos Direitos Humanos no lugar de Silvio Almeida, ministro demitido após denúncias de assédio sexual.
Os nomes da deputada estadual Macaé Evaristo (PT) e da ex-ministra Nilma Lino Gomes, que já ocupou a pasta, são citados nos corredores de Brasília, mas elas ainda não foram sondadas oficialmente.
Djamila Ribeiro
A filósofa, a princípio, não estaria cotada. A coluna procurou a escritora e o governo para saber sobre a possibilidade, mas ainda não houve manifestação.
Enquanto não há definição sobre o novo nome titular da pasta, a ministra Esther Dweck vai comandar interinamente o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



