China apresenta dispositivo que 'recria' pessoas e pets mortos com IA
Tecnologia viral usa hologramas em 3D para simular entes queridos falecidos

Um novo dispositivo tecnológico desenvolvido na China está chamando a atenção do mundo ao prometer algo até pouco tempo visto apenas em filmes de ficção científica: a recriação digital de pessoas e até animais de estimação que já morreram.
A novidade viralizou nas redes sociais após vídeos mostrarem um pequeno aparelho capaz de projetar hologramas em três dimensões de indivíduos falecidos. A tecnologia utiliza inteligência artificial para gerar essas representações digitais, que simulam aparência e presença física de quem já partiu.
Na prática, o dispositivo funciona a partir de dados como fotos, vídeos e áudios. Com esse material, algoritmos criam uma versão virtual que pode ser exibida em forma de holograma, permitindo que familiares 'reencontrem' visualmente seus entes queridos ou até seus pets.
A proposta tem forte apelo emocional. Para muitas pessoas, a tecnologia surge como uma forma de amenizar o luto, oferecendo uma sensação de proximidade com quem já morreu. A ideia não é exatamente nova, mas ganhou força com os avanços recentes da inteligência artificial, que tornaram essas simulações mais realistas e acessíveis.
Entretanto, especialistas alertam para possíveis efeitos psicológicos e éticos, como o risco de dificultar o processo natural de aceitação da perda ou até distorcer a memória da pessoa recriada digitalmente.
Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.



