PC descobre esquema de falsificação de documentos após homem abrir prostíbulo com nome de vítima em BH
Nesta quinta-feira (22), a operação 'Descrédito' prendeu 15 suspeitos em Minas Gerais

Nesta quinta-feira (22), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação “Descrédito”, que mira uma organização criminosa especializada em falsificar documentos de vítimas para fazer empréstimos.
A quadrilha atua com um esquema sofisticado. Entre os participantes estão gerentes de instituições bancárias e falsificadores de documentos.
Um funcionário de banco foi preso e confessou o crime. Ele relatou que recebia 10% de cada empréstimo fraudulento que fazia para a organização criminosa e que escolhia os clientes com os melhores “scores”.
Hoje, 15 pessoas foram presas, em 20 mandados de busca e apreensão. Além disso, cem contas bancárias foram bloqueadas pela Justiça a pedido da PCMG.
Estelionatário abriu prostíbulo com nome de vítima
As investigações começaram em setembro de 2024 em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, após uma vítima denunciar um empréstimo fraudulento contraído em seu nome.
Na época, as autoridades descobriram que um homem identificado como Laeste Costa se apresentava há cinco anos como “Alencar” e abriu uma casa de prostituição em Belo Horizonte com o nome da vítima, a “Choperia do Alencar”.
Laeste chegou a se apresentar com a identidade falsa a um juiz durante uma audiência onde o verdadeiro Alencar estava presente. O suspeito está preso.
Amanda Antunes cursou jornalismo no Unileste (Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais), com graduação concluída na Faculdade Estácio, em Belo Horizonte. Em 2009, começou a estagiar na Rádio Itatiaia do Vale do Aço, fazendo a cobertura de cidades. Em 2012, chegou à Itatiaia Belo Horizonte. Na rádio de Minas, faz parte do time de cobertura policial - sua grande paixão - e integra a equipe do programa ‘Observatório Feminino’.
Repórter no portal da Itatiaia. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).












