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Nova consulta pública debate construção do Parque da Linha Férrea

Participam do encontro representantes do governo de Minas e municípios de BH e Nova Lima, além da população que pode expressar suas opiniões e sugestões sobre o projeto

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O projeto do Parque da Linha Férrea abrange uma área de 400.000 m², com 5,2 quilômetros de extensão • Agência RMBH/Divulgação

O Governo de Minas, por meio da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Agência RMBH), juntamente com os municípios de Belo Horizonte e Nova Lima, anunciaram a realização da segunda Consulta Pública que discutirá o termo de acordo preliminar para a criação do Parque da Linha Férrea. O evento será realizado no dia 27 de março, de 19 às 22 horas, no Auditório do Centro de Educação Integral – CEI Imaculada Conceição (Rua dos Aimorés, nº 1600, Funcionários, Belo Horizonte).

O projeto do Parque da Linha Férrea abrange uma área de 400.000 m², com 5,2 quilômetros de extensão, e tem com intuito transformar a antiga linha férrea que divide os bairros Belvedere (BH) e Vila da Serra (Nova Lima) em uma área de lazer e preservação ambiental e vai proporcionar um espaço verde para os moradores dos municípios.

A realização da consulta pública integra as ações previstas no Termo do Acordo Preliminar, celebrado em 25/2024, com a participação dos Ministérios Públicos Federal e de Minas Gerais, União, municípios de Belo Horizonte e Nova Lima, Agência RMBH e Instituto Estadual de Florestas (IEF).

Mobilidade urbana

O acordo firmado visa a proteção do meio ambiente, a minimização do adensamento populacional, a proteção da linha férrea do antigo ramal ferroviário de Águas Claras e a implementação de soluções de mobilidade urbana para o Vetor Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A primeira audiência foi realizada em dezembro do ano passado, em Nova Lima. Na ocasião, os participantes puderam expressar suas opiniões e sugestões sobre o projeto. A realização da segunda consulta ocorre no intuito de incentivar a participação popular, principalmente dos moradores de Belo Horizonte.

“A participação da comunidade é essencial para garantir que o parque reflita os desejos e necessidades de quem vive e interage com a região. Mais do que um projeto de infraestrutura, estamos cocriando um espaço de convivência, preservação ambiental e mobilidade urbana”, afirmou a diretora-geral da Agência RMBH, Ilce Rocha.

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