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Alunos são expulsos de universidade após criação de ‘ranking sexual’ no interior de SP

Unoeste concluiu a apuração interna sobre um "ranking sexual" organizado por estudantes de Psicologia em Presidente Prudente (SP) e aplicou suspensões e expulsões; caso gerou investigação policial e protestos

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Unoeste em Presidente Prudente (SP)
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A Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) concluiu a apuração interna sobre o "ranking sexual" organizado por estudantes do curso de Psicologia em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Após análise individualizada das condutas, a instituição suspendeu e expulsou os responsáveis.

De acordo com a Unoeste, o processo de apuração respeitou o direito de defesa dos alunos envolvidos. A universidade informou que não divulgará nomes, depoimentos, documentos ou outras informações que permitam associar indivíduos às respectivas penalidades aplicadas.

O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em 21 de agosto. Desde que tomou conhecimento dos fatos, a Unoeste afirmou ter adotado medidas de apuração, acolhimento e acompanhamento. A Polícia Civil de São Paulo investiga a criação e o compartilhamento do "ranking sexual" na instituição.

Na noite do dia 20 de agosto, o coletivo Frente Pela Vida das Mulheres foi às ruas para protestar contra a objetificação e a violência contra as mulheres no ambiente universitário. "Que nenhuma mulher que tenha sido exposta, constrangida ou violentada se sinta obrigada a guardar silêncio. Denunciar também é romper com a lógica que protege quem violenta", escreveu o coletivo em uma publicação.

A CNN Brasil solicitou um posicionamento da Secretaria da Segurança Pública (SSP) sobre o andamento da investigação e aguarda retorno.

 

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