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Casa da família Matsunaga é invadida, seis são feitos de reféns e três suspeitos morrem em SP

Seis membros da família de Marcos Matsunaga, morto por Elize em 2012, estavam na casa; durante intervenção da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), três suspeitos morreram, um foi preso e um policial militar ficou ferido

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Casa da família Matsunaga é invadida, seis são feitos de reféns e três suspeitos morrem em SP
Casa da família Matsunaga é invadida, seis são feitos de reféns e três suspeitos morrem em SP • Foto: Redes Sociais

A casa dos pais do empresário Marcos Matsunaga, morto pela esposa Elize Matsunaga em 2012, foi invadida nesta quarta-feira (14) por criminosos, no Alto de Pinheiros, zona Oeste de São Paulo, e seis pessoas da família foram feitas reféns.

De acordo com a Polícia Militar, equipes da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) foram acionadas e três suspeitos foram baleados e morreram. Um quarto envolvido foi preso sem ferimentos.

Um policial militar foi atingido por um disparo de arma de fogo durante o tiroteio e socorrido ao Hospital das Clínicas, onde permanece sem risco de morte.

Segundo a corporação, todas as vítimas foram libertadas sem ferimentos. A PM não informou quais membros da família estavam entre os reféns.

A casa dos pais do empresário já foi invadida em agosto de 2023. Na ocasião, casal de idosos de 79 e 80 anos, e a neta deles, filha de Marcos e Elize, foram rendidos pelos bandidos.

Na época, foram levados cerca de R$ 20 mil em dinheiro, joias, relógios, celulares, um notebook, além de duas pistolas que estavam registradas no nome do idoso. Os suspeitos ficaram no imóvel por algumas horas e, antes de fugirem, amarraram as mãos das vítimas.

Caso Mastunaga

Marcos Kitano Matsunaga, dono da indústria de alimentos Yoki, foi morto e esquartejado pela esposa, Elize Matsunaga, em 2012. Ela foi presa no mesmo ano, condenada por matar o marido com um tiro na cabeça e esquartejar o corpo. O crime aconteceu no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, em São Paulo. Partes do corpo foram espalhadas em áreas de mata da região metropolitana de São Paulo.

Ela foi condenada inicialmente a 19 anos e 11 meses de prisão, mas sua defesa entrou com recurso e, em 2019, conseguiu reduzir a pena para 16 anos e 3 meses. Elize trabalhou na prisão e manteve bom comportamento, o que possibilitou que, em maio de 2022, conseguisse a progressão para o regime aberto.

*Com informações de Giuliana Zanin e Khauan Wood, da CNN Brasil

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

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