O estado de São Paulo registrou nove
Na capital paulista, foram dois casos confirmados, nos dias 9 de janeiro e 2 de fevereiro. Outros dois registros ocorreram em São José do Rio Preto, em 8 e 15 de janeiro, e dois em Jundiaí, nos dias 13 e 22 de janeiro. As cidades de Piracicaba (15 de janeiro), Cotia (19 de janeiro) e Sorocaba (21 de janeiro) confirmaram um caso cada.
Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, há a suspeita de um segundo caso de raiva em morcego em Sorocaba, registrado na última terça-feira (3). O caso aguarda a conclusão do laudo pelo laboratório responsável pelo diagnóstico.
Cuidados
O Instituto Pasteur, referência no estudo, controle e prevenção da raiva animal e de outras encefalites virais, orienta que morcegos encontrados em situações atípicas devem ser encaminhados para diagnóstico. Entre os comportamentos considerados incomuns estão animais pousados em locais ou horários inadequados para a espécie, voando durante o dia, dentro de residências ou que tenham tido contato com pessoas ou outros animais.
O instituto alerta que a população não deve tentar manusear morcegos ou outros animais silvestres encontrados em áreas urbanas. A recomendação é acionar os serviços municipais de saúde para que sejam adotadas as medidas adequadas.
Em casos de acidentes, como mordidas ou arranhões, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação médica e indicação da profilaxia apropriada.
As ações de vigilância, monitoramento e controle da raiva são de responsabilidade dos municípios. Segundo o Ministério da Agricultura e Peccuária, a raiva é uma doença zoonótica transmitida pelo contato com a saliva de mamíferos infectados.
Entre os morcegos, a espécie Desmodus rotundus, conhecida como
* Com informações de Estadão