A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana) e a Agência de Águas de São Paulo (SP Águas) publicaram uma nota nessa quarta-feira (31/12) sobre o nível do reservatório do Cantareira que continuará a operação com a faixa 4 de restrição durante janeiro de 2026.
O sistema, que é o principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, registrou 20,18% do volume útil em sua última medição. Para que se alcance a faixa mais restritiva, o nível deve estar abaixo de 20%.
Com as medidas impostas, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) conta com redução nos limites de retirada dos recursos do reservatório. Caso o nível mais crítico seja alcançado, a quantidade pode ser menor que a metade do padrão, de 33m³/s para 15,5m³/s.
O Cantareira já esteve na faixa de maior restrição durante a crise do reservatório entre 2014 e 2015. À época, o volume útil esteve em 3% da capacidade e foi necessário usar o “volume morto”, abaixo das comportas, para abastecer a população paulista.
Como medida de incentivo à economia de água para a população, a Sabesp aderiu um sistema de desconto nas contas para quem diminuísse o consumo entre 10% e 15%, a redução no valor era de 10%
Em nota, as agências recomendam que os usuários do sistema adotem medidas de uso consciente da água, assim como reforçam a importância de adoção de medidas operacionais para gestão da demanda pela Sabesp.
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*Sob supervisão de Edu Oliveira