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Polícia Federal investiga morte de oficial da Marinha em alojamento em São Paulo

Corpo de Beatriz Fickert Santoro foi levado sem vida ao Hospital Universitário da USP por capitã da corporação; uma médica se recusou a fazer o registro do óbito

Por, de São Paulo
Beatriz Fickert Santoro
Beatriz Fickert Santoro • Redes Sociais

A segundo-tenente da Marinha do Brasil Beatriz Fickert Santoro, de 33 anos, foi encontrada desacordada no alojamento do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, na Zona Oeste da capital, na noite de quinta-feira (24). Segundo a Marinha, uma equipe médica foi acionada e a militar foi levada ao Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, onde a morte foi constatada.

A corporação informou que as causas e as circunstâncias da morte estão sendo apuradas pela própria Marinha e pelas autoridades periciais.

O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte suspeita. De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada no Hospital Universitário após uma médica se recusar a emitir o atestado de óbito. O documento aponta ainda que Beatriz já teria chegado ao hospital sem vida, levada por uma médica da Marinha.

Ainda segundo o BO, o corpo teria sido retirado do local onde a militar foi encontrada antes da realização dos procedimentos periciais. A Polícia Civil registrou que, diante das circunstâncias, seria necessária a apuração dos fatos e informou que o caso foi encaminhado para a esfera federal.

A Polícia Federal foi acionada para realizar a perícia no local. A Marinha informou que presta assistência social, psicológica e religiosa aos familiares e manifestou condolências aos parentes e amigos da militar.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

 

 

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