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Polícia Civil investiga morte do cineasta Ricardo Spencer como suspeita; saiba detalhes

Corpo do diretor de 49 anos foi encontrado no edifício Copan, no Centro de São Paulo; diretor é conhecido por trabalhos como "Segunda Chamada" e "O Segundo Sol"

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A morte do cineasta baiano Ricardo Spencer é investigada pela Polícia Civil de São Paulo. O diretor, de 49 anos, foi encontrado sem vida em um apartamento alugado no famoso Edifício Copan, no Centro da capital paulista.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a vítima foi localizada no chão do apartamento, que alugava há cerca de uma semana, após o porteiro acionar a administração do imóvel.

A polícia constatou a morte às 11h20, sem sinais de violência no corpo ou no ambiente. Conforme descrito pelos oficiais, o porteiro não conseguia contato com o diretor desde a noite de domingo (19), quando Ricardo pediu a entrega de um delivery às 23h e não fez a retirada.

O profissional foi atrás do cineasta mais uma vez nesta segunda (20), mas sem sucesso. Então, ele procurou a proprietária da unidade em que estava hospedado, que conseguiu entrar com a senha da fechadura. Ao entrarem, o encontraram caído no chão, quando a polícia foi acionada.

A família de Ricardo foi contatada e seu irmão, Rafael, foi ao local e afirmou que o diretor sofria de problemas neurológicos, como a epilepsia. Porém, até o momento, a causa da morte não foi confirmada.

A perícia foi acionada e o corpo foi removido ao IML (Instituto Médico Legal). O caso foi registrado como morte suspeita e encontro de cadáver no 2º Distrito Policial (Bom Retiro).

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

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