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Desabamento de prédio em SP: entenda tudo o que se sabe até agora

As causas do colapso são desconhecidas e estão sendo investigadas; bombeiros seguem trabalho de busca no local

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Prédio que desabou em São Paulo
Desabamento de prédio em São Paulo mobiliza bombeiros • Vinicius Murad / CNN Brasil

O prédio de quatro andares que desabou no Brás, na região Central de São Paulo, era sede da empresa Vemom, que comercializa roupas e tecidos. Os Bombeiros foram acionados por volta de 18h dessa sexta-feira (6). A empresa ainda não se manifestou publicamente sobre o desabamento.

35 pessoas estavam no imóvel no momento do colapso

No momento do acidente, 35 pessoas estavam dentro do edifício e tiveram algum tipo de ferimento. Entre as vítimas, oito conseguiram sair às pressas do imóvel antes da chegada dos Bombeiros. Outras 27 pessoas precisaram da ajuda da corporação para sair em meio aos escombros.

Das 35 vítimas, 31 tiveram ferimentos leves e quatro pessoas tiveram lesões mais graves e precisaram ser encaminhadas para unidades de saúde. Ninguém morreu no desabamento.

O que o governador de São Paulo disse sobre o desabamento

"Estamos mobilizados para salvar vidas no desabamento ocorrido no Brás, na capital. Desde os primeiros minutos cerca de 50 bombeiros e 17 viaturas atuam na ocorrência, com apoio da Polícia Militar e da Defesa Civil.

A prioridade é retirar com segurança as pessoas que permanecem no imóvel e localizar possíveis vítimas sob os escombros.
É uma operação delicada, que exige rapidez e precisão. Estamos acompanhando tudo de perto e dando todo o respaldo às equipes. O trabalho seguirá com a assistência às vítimas, a avaliação dos imóveis vizinhos e a apuração rigorosa das causas do desabamento", destacou.

Bombeiros precisaram interromper buscas por questões de segurança

As buscas dos militares foram interrompidas por volta das 22h dessa sexta-feira (07). Os militares identificaram sinais de instabilidade na parte interna do imóvel e suspenderam os trabalhos até avaliação de engenheiros. Os trabalhos foram retomados na manhã deste sábado (7).

Bombeiros querem descartar suspeita apontada do cão farejador

A corporação afirma que a lista de pessoas resgatadas está de acordo com o número de pessoas que estavam dentro do prédio no momento do colapso. Não há registro de desaparecimentos no momento.

Apesar disso, os militares querem descartar totalmente uma suspeita após um dos cães farejadores da corporação apontar para uma suposta possibilidade de uma vítima entre os escombros.

Imóvel vizinho foi interditado pela Defesa Civil

A loja vizinha ao prédio que desabou, identificada como Clay Têxtil, também foi atingida e recebeu um auto de interdição poucas horas após o colapso da estrutura.

Causas do desabamento

As causas do colapso são desconhecidas e estão sendo investigadas. Os Bombeiros e a Defesa Civil ainda não apontaram um motivo central que causou o desabamento. No entanto, os dois órgãos retomaram os trabalhos na área na manhã deste sábado (7) após engenheiros analisarem condições de instabilidade na área interna do prédio.

Como a Itatiaia já destacou, um imóvel vizinho foi interditado por ter sido impactado. A Defesa Civil não descarta a possibilidade de novas interdições.

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Correspondente da Rádio Itatiaia em São Paulo. Apresentador do quadro Palavra Aberta e debatedor do Conversa de Redação. Ingressou na emissora em 2023. Começou no rádio comunitário aos 14 anos. Graduou-se em jornalismo pela PUC Minas. No rádio, teve passagens pela Alvorada FM, BandNews FM e CBN, no Grupo Globo. Na Band, ocupou vários cargos até chegar às funções de âncora e coordenador de redação na Band News FM BH. Na televisão, participava diariamente da TV Band Minas e do Band News TV. Vencedor de nove prêmios de jornalismo. Em 2023, foi reconhecido como um dos 30 jornalistas mais premiados do Brasil.

 

 

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