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PM acusado de matar pintor em pagode no RJ é condenado a 14 anos de prisão

O cabo Vinicius Rodrigues Pacheco, conhecido como Lico, foi julgado pela Quarta Vara Criminal de Nova Iguaçu e condenado por homicídio qualificado; crime aconteceu em maio do ano passado e foi registrado por câmeras de segurança

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Reprodução/ Redes sociais

O policial militar acusado de matar um pintor de 51 anos durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado, em julgamento nessa segunda-feira (26).

O cabo Vinicius Rodrigues Pacheco, conhecido como Lico, foi julgado pela Quarta Vara Criminal de Nova Iguaçu e condenado por homicídio qualificado. O crime aconteceu em maio do ano passado e foi registrado por câmeras de segurança.

As imagens mostram o policial circulando pelo local com uma arma em uma das mãos e uma lata de cerveja e um copo na outra. Em determinado momento, ele se aproxima do pintor Jorge Mauro Ruas de Paiva e atira à queima-roupa, sem cerimônia e diante de várias pessoas.

A vítima morreu no local. O PM fugiu após o crime e se apresentou à polícia três dias depois, quando já havia um mandado de prisão contra ele.

Segundo as investigações da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, o policial e a vítima teriam se envolvido em uma discussão cerca de dois meses antes do assassinato. O crime teria sido motivado por esse desentendimento.

No entanto, a família de Jorge afirma que o pintor não conhecia o policial e que ele foi morto de forma aleatória.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

 

 

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