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Piloto morto em queda de helicóptero no Rio de Janeiro será sepultado nesta segunda (10)

Queda em uma área de mata fechada, na Vista Chinesa, deixou quatro pessoas mortas; outros três corpos seguem no IML

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O piloto Alessandro Rocha, morto nesse sábado (8) em uma queda de helicóptero
O piloto Alessandro Rocha, morto nesse sábado (8) em uma queda de helicóptero • Redes Sociais / Reprodução

O corpo do piloto Alessandro Rocha, que morreu após fazer um voo panorâmico no Rio de Janeiro, será sepultado na tarde desta segunda-feira (10), no Cemitério Municipal de São Gonçalo, na Região Metropolitana. Ao todo, quatro pessoas morreram na queda da aeronave.

Além do piloto, também estavam no helicóptero três colombianas da mesma família. Os corpos das turistas seguem no IML para exames de arcada dentária já que as vítimas foram encontradas carbonizadas.

O helicóptero, modelo Robinson R44, caiu no fim da manhã de sábado (8), em uma área de mata fechada, na Vista Chinesa, ponto turístico da cidade, localizado no Parque Nacional da Tijuca.

A aeronave, que tinha decolado do Aeroporto Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, faria voo panorâmico no Cristo. Durante a queda, o helicóptero teria colidido contra uma rocha e pegou fogo. Os Bombeiros foram acionados e encontraram os quatro corpos carbonizados.

As vítimas, avó, filha e neta, que estavam no Brasil a passeio e visitavam o país pela primeira vez, foram identificadas como Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17. Elas contrataram o voo pela empresa Voos Rio Panorâmicos, após uma pesquisa nas redes sociais e fecharam pacote de R$ 2.550 para 20 minutos de voo.

No mesmo dia, após a tragédia, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) uma fiscalização dos voos panorâmicos por conta dos recentes acidentes com helicóptero que vêm ocorrendo no Rio. Há cerca de dois meses, seis pessoas morreram após dois helicópteros colidirem na Zona Sudoeste da cidade.

A ANAC disse que o helicóptero tinha certificado e autorização para fazer voos panorâmicos. O caso é investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). A Polícia Civil também investiga as circunstâncias da queda. Nós próximos dias os agentes devem intimar os representantes responsáveis pela empresa.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

 

 

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