Três pessoas foram presas durante uma operação que mirava uma organização criminosa que movimentou R$ 320 milhões através de fraudes bancárias com uso de documentação falsa e lavagem de dinheiro no Rio de Janeiro. Eles participaram de movimentações financeiras ligadas ao grupo de
A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumprem quatro mandados de prisão e 23 de busca e apreensão em cidades como Armação dos Búzios, Saquarema e Araruama, na Região dos Lagos, nas zonas Sudoeste e Norte da capital, em Niterói e em São Gonçalo. Agentes também atuam no Maranhão.
Segundo a PC, foram bloqueados R$ 150 milhões e bens móveis e imóveis ligados à quadrilha.
São apurados os crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. A investigação começou em março de 2021, após uma empresa ter sido lesada em R$ 1 milhão durante um esquema criminoso.
As investigações apontaram que os criminosos utilizavam documentos falsos para desviar dinheiro da empresa após descobrirem uma vulnerabilidade no sistema.
Os R$ 320 milhões foram movimentados pelo grupo em cerca de cinco anos.
A quadrilha atua preferencialmente na Região dos Lagos, porém há ramificações em Minas Gerais e no Maranhão. O grupo fazia depósitos em espécie de milhares de reais e utilizava diversas empresas “fantasmas” para lavar o dinheiro obtido de forma ilícita.
A investigação apontou, ainda, que a quadrilha cometeu diversos outros delitos, alguns ligados ao ‘Faraó dos Bitcoins’.