Funcionário do CEFET que matou duas colegas no Rio estava afastado há 60 dias

Diretora e psicóloga foram assassinadas a tiros no campus do Maracanã; após o ataque, o servidor se suicidou dentro da instituição

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o ataque que deixou três pessoas mortas dentro de uma unidade do Cefet, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nessa sexta-feira (29). O autor dos disparos, um funcionário que estava afastado havia cerca de 60 dias por problemas psiquiátricos, matou duas colegas de trabalho e, em seguida, tirou a própria vida.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas são Allane de Souza Pedrotti Matos, diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino, e Layse Pinheiro, psicóloga da unidade. Allane foi baleada na cabeça e no ombro; Layse levou tiros na cabeça e no tórax. Ambas chegaram a ser socorridas, mas não resistiram aos ferimentos.

O atirador foi identificado como João Antônio Miranda, ex-servidor da instituição que, segundo testemunhas, insistia em retornar ao setor onde Allane trabalhava. Relatos apontam que, ao entrar no prédio, João foi direto para a sala onde estavam as duas profissionais. Depois dos disparos, ele seguiu para outra sala e se suicidou.

Com ele, a Polícia Militar apreendeu uma pistola Glock, usada no crime. A motivação ainda está sob investigação.

Leia também: Tragédia no Cefet-RJ: quem era o atirador que matou funcionárias dentro de escola

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o ‘Tá Sabendo’ no Instagram da Itatiaia.
Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

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