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Vídeo: família de crianças mortas em chacina protesta na Grande BH: 'mataram sonhos'

Manifestação interdita parcialmente a MG-10, nas proximidades da Cidade Administrativa; crianças de 9 e 11 anos morreram no ataque em Ribeirão das Naves, assim como um homem de 26 anos que era pai de uma das vítimas

Por e 
Foto mostra mulher protestando após mortes em chacina em Ribeirão das Neves (MG)
Grupo realizou protesto na MG-010, perto da Cidade Administrativa • Itatiaia

Familiares e amigos das duas crianças mortas em uma chacina na última quinta-feira (23) em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, realizam um protesto na MG-10 nesta segunda-feira (27), nas proximidades da Cidade Administrativa. O grupo pede justiça pelo crime e afirma que o ataque ‘matou sonhos’. Um homem de 26 anos, pai de uma das vítimas, também morreu na chacina.

Em entrevista à Itatiaia, a auxiliar de serviços gerais Izaltina Luciana Moreira, mãe de Felipe Júnior e avó de Heitor Felipe, se emocionou ao falar do caso, afirmou que está destruída e pediu para que o caso não fique impune.

'Pulei em cima dele'

"A mulher que tem um filho com o Felipe veio com um cabo de vassoura batendo nele. Fui correndo e pulei em cima. Acho que foi nesse momento que o comparsa dele se apavorou e atirou para o meu lado e acabou acertando ele”, explicou. Um dos suspeitos, de 24 anos, deu entrada baleado na UPA JK em Contagem e foi preso em flagrante. De acordo com a Polícia Militar (PM), a tragédia está ligada à guerra do tráfico de drogas no Morro Alto, em Vespasiano. Clique e veja tudo que se sabe.

Ela ainda contou que a família vem sendo ameaçada há três meses: "Meu portão está todo furado de bala. Meu cachorro já foi baleado. Eles chegaram lá para matar todos nós", se revoltou.

Sonho interrompido

O crime

A Polícia Civil investiga a chacina terminou com duas crianças, de 9 e 11 anos, e um homem, de 26 anos. De acordo com a Polícia Militar (PM), a tragédia está ligada à guerra do tráfico de drogas no Morro Alto, em Vespasiano. Ao todo, sete pessoas foram baleadas. Clique e veja tudo que se sabe.

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Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.

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Amanda Antunes cursou jornalismo no Unileste (Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais), com graduação concluída na Faculdade Estácio, em Belo Horizonte. Em 2009, começou a estagiar na Rádio Itatiaia do Vale do Aço, fazendo a cobertura de cidades. Em 2012, chegou à Itatiaia Belo Horizonte. Na rádio de Minas, faz parte do time de cobertura policial - sua grande paixão - e integra a equipe do programa ‘Observatório Feminino’.

 

 

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