Tribunal reduz indenização de trabalhadora trans discriminada em supermercado em Minas
A trabalhadora era a única mulher designada para descarregar caminhões com cargas pesadas, tarefa exclusiva dos homens

Um supermercado foi condenado a indenizar por danos morais uma funcionária transgênero que sofreu discriminação no ambiente de trabalho. A decisão, da Justiça do Trabalho em Minas, aponta que a trabalhadora era a única mulher que tinha como função descarregar cargas pesadas dos caminhões, tarefa que, segundo as provas, era exclusiva dos homens.
A indenização, inicialmente fixada em R$ 10 mil, foi reduzida para R$ 5 mil pelos desembargadores da 1ª Turma do TRT. A sentença da juíza Fernanda da Rocha Teixeira, da Vara do Trabalho em Patos de Minas, foi mantida. Não cabe mais recurso.
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A magistrada concluiu que a trabalhadora teve sua honra lesada, resultando em humilhação e afetando a imagem que ela tinha de si.
Amanda Alves é graduada, especialista e mestre em artes visuais pela UEMG e atua como consultora na área. Atualmente, cursa Jornalismo e escreve sobre Cultura e Indústria no portal da Itatiaia. Apaixonada por cultura pop, fotografia e cinema, Amanda é mãe do Joaquim.



