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TJ atende Governo de Minas e determina suspensão da greve dos servidores da Fhemig

Movimento grevista começou na última segunda-feira (7) e questiona decisões do Governo de Minas

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Servidores da Fhemig fizeram protesto em frente à ALMG nesta semana
Servidores da Fhemig fizeram protesto em frente à ALMG nesta semana • Divulgação/Sindpros

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou a suspensão da greve dos funcionários da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). O movimento grevista teve início na última segunda-feira (5).

Na decisão, o TJMG atendeu a um pedido da Advocacia-Geral do Estado (AGE) e ainda determinou a aplicação de multa diária de R$ 10 mil, casos os servidores públicos descumpram a decisão judicial.

Ao deferir a ação do Governo de Minas, o Tribunal de Justiça disse que o movimento grevista pode provocar "dano grave à comunidade", que "necessita dos serviços de saúde fornecidos pelo Estado de Minas Gerais e pela Fhemig" - citando serviços de urgência e a necessidade dos cidadãos para a realização de consultas, exames, cirurgias e outros tratamentos.

A greve foi anunciada pelos trabalhadores após a publicação de resoluções, por parte do Governo do Estado que "retiram direitos básicos dos trabalhadores, além de sucatear os serviços com o propósito de terceirizá-los".

O Sindicato dos Trabalhadores da Rede Fhemig (Sindpros) cita a resolução 10.688, que aumenta a carga horária de trabalho dos servidores, a resolução 27.471, que retira o direito previsto em leis que autorizam mães e pais a acompanharem seus filhos com necessidades especiais e a terceirização de hospitais públicos por meio de Organizações Sociais (OSs).

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Editor de política. Foi repórter no jornal O Tempo e no Portal R7 e atuou no Governo de Minas. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem MBA em Jornalismo de Dados pelo IDP.

 

 

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