Dengue em BH: regionais Leste, Pampulha e Venda Nova têm maior índice de infestação de larvas do Aedes
Estudo feito pela prefeitura de Belo Horizonte apontou que apenas 0,6% dos imóveis visitados apresentaram larvas do mosquito Aedes Aegypti

- 42,5% em pratinhos de plantas;
- 13,3% em materiais inservíveis, como latas e plásticos descartados;
- 7,1% em bebedouros de animais;
- 6,9% em tambores e barris para armazenamento de água;
- 6,4 em caixas d’água;
- 5,6% em recipientes domésticos como baldes e vasos.
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Conhecido como Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa), ele visa identificar áreas com maior concentração de focos e os tipos de criadores mais frequentes do mosquito transmissor. Conforme o Ministério da Saúde, se o resultado desse estudo for maior ou igual a 4,0%, o risco é considerado alto. De 1,0% a 3,9% o risco é médio. Já se o número for menor que 1,0% o risco é baixo.
Para a subsecretária de Promoção e Vigilância à Saúde, Thaysa Drummond, os resultados ajudam a localizar áreas em que há necessidade de intensificar os cuidados. "Já compartilhamos as informações com nossas equipes, mas lembramos que é indispensável a colaboração das pessoas. Esse é um trabalho que vai além da atuação do poder público”, aponta.
Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento



