Itatiaia

Passarela improvisada causa insegurança na estação Calafate do metrô de BH

A concessionária Metrô BH, responsável pela obra, prevê a conclusão dos trabalhos para o final de março

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Estação Calafate, na região Oeste de BH • Felipe Quintella/ Itatiaia

A estação Calafate do metrô da região Oeste de Belo Horizonte tem sido palco de preocupação e desconforto para os passageiros nas últimas semanas. Há cerca de um mês, uma passarela improvisada foi instalada em substituição à estrutura original, demolida para dar lugar a novas escadas e rampas.

A concessionária Metrô BH, responsável pela obra, prevê a conclusão dos trabalhos para o final de março. Enquanto isso, os usuários são obrigados a utilizar uma escada temporária que tem gerado medo e insegurança.

Riscos e dificuldades para os passageiros

Jaqueline Florne, uma das usuárias, relatou: "Dá medo, inclusive ontem eu quase caí nela. É muita responsabilidade, porque ela faz muito barulho, ela é muito irregular... Os degraus dela são muito irregulares, né? Cada um tem uma altura."

Outro passageiro apontou problemas estruturais: 'Como ela é de tábua, ela não é totalmente bem fixada. Você anda nela, você sente as tábuas se mexendo um pouco. Se chover, fica mais perigosa ainda! Não passa segurança, principalmente, para as pessoas mais velhas."

Para atender idosos, pessoas com deficiência e aqueles com dificuldade de locomoção, a empresa disponibilizou carros para auxiliar na travessia. No entanto, os usuários relatam longos tempos de espera e falta de estrutura adequada durante esse período.

Plano de modernização das estações

A reforma na estação Calafate faz parte de um plano mais amplo de modernização da Metrô BH. Além desta, outras nove estações estão previstas para serem entregues até março: Eldorado, Cidade Industrial, Vila Oeste, Gamilheira, Carlos Prats, Lagoinha, Estação Central, Santa Efigênia e Vilarinho.

As demais nove estações da linha 1 têm previsão de conclusão das obras até março de 2026.

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Formado em jornalismo pela PUC Minas, foi produtor do Itatiaia Patrulha e hoje é repórter policial e de cidades na Itatiaia. Também passou pelo caderno de política e economia do Jornal Estado de Minas.

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