Obras na estação Carlos Prates, em BH, causam transtornos aos passageiros: 'Está muito difícil'
Interdição da passarela na estação Carlos Prates dificulta acesso e gera preocupações sobre segurança e acessibilidade para usuários do transporte público

A estação Carlos Prates do metrô de Belo Horizonte, na região noroeste da cidade, está passando por reformas há cerca de um mês, causando significativos transtornos aos passageiros. A interdição da passarela que conectava a Avenida do Contorno com a Avenida Barbacena diretamente à estação obriga os usuários a buscar rotas alternativas — muitas vezes mais perigosas e menos acessíveis.
Com o fechamento da passarela, os passageiros precisam atravessar a movimentada Avenida do Contorno e subir uma escada íngreme entre dois prédios para acessar a estação. Esta mudança tem gerado preocupações de segurança e dificuldades de locomoção, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida.
A concessionária Metrô BH disponibilizou uma van para transportar os passageiros do ponto na Avenida do Contorno até a Avenida Nossa Senhora de Fátima, outro acesso à estação. No entanto, usuários como Geraldo Junior da Silva relataram que o serviço é demorado e ineficiente.
De acordo com a Metrô BH, as obras fazem parte de um projeto de modernização e adequação dos acessos às normas vigentes de acessibilidade. A previsão é que as reformas em dez estações, incluindo Carlos Prates, sejam concluídas até março deste ano, com outras nove estações finalizadas em março do próximo ano.
Enquanto as melhorias prometem trazer benefícios futuros, os passageiros enfrentam desafios diários, esperando que as obras sejam concluídas o mais rápido possível para restaurar a facilidade e segurança no acesso ao transporte público.
Formado em jornalismo pela PUC Minas, foi produtor do Itatiaia Patrulha e hoje é repórter policial e de cidades na Itatiaia. Também passou pelo caderno de política e economia do Jornal Estado de Minas.
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