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Mulher é presa suspeita de manter ‘laboratório de drogas’ em casa em Contagem

Polícia apreendeu maconha, cocaína e crack avaliados em mais de R$ 150 mil no bairro Estrela Dalva

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Giroflex da viatura de polícia
Imagem de uma viatura • Reprodução | Pexels | Imagem ilustrativa

Uma mulher de 40 anos foi presa suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Estrela Dalva, em Contagem. Segundo a Polícia Militar, ela mantinha em um dos quartos da própria casa uma estrutura usada para preparar e fracionar entorpecentes que seriam comercializados na região.

Durante a operação, os policiais apreenderam maconha, cocaína e crack, além de materiais utilizados no preparo e na divisão das drogas. De acordo com a corporação, os entorpecentes foram avaliados em mais de R$ 150 mil.

A ação começou após a PM receber uma denúncia de que uma mulher estaria realizando a entrega de barras de maconha no bairro. Com informações sobre as características da suspeita, os militares iniciaram buscas e localizaram uma mulher que correspondia à descrição.

Segundo o sargento Mesquita, da Rotam, ela demonstrou nervosismo durante a abordagem. Na mochila carregada pela mulher, os policiais encontraram inicialmente duas barras de maconha.

A denúncia também indicava que a suspeita poderia manter um local utilizado para o fracionamento e preparo de drogas dentro da própria residência. Os militares localizaram o endereço e foram até o imóvel.

Quarto trancado escondia drogas

De acordo com o relato policial, a mulher inicialmente se recusou a informar o endereço da residência. Os militares, porém, conseguiram localizar o imóvel por meio dos sistemas da corporação. No local, a irmã da suspeita estava dentro da casa e, segundo a PM, afirmou desconhecer a existência das drogas. Ela autorizou a entrada dos policiais para a realização das buscas.

Durante a vistoria, os militares perceberam que um dos quartos estava trancado e que havia um forte odor semelhante ao de crack vindo do cômodo. A chave foi encontrada sobre uma cômoda, próxima à porta. Ao abrir o quarto, os policiais encontraram o que classificaram como um “laboratório de drogas”, com materiais utilizados para preparar, fracionar e embalar os entorpecentes.

Uma geladeira também estava no cômodo e, segundo a PM, era utilizada para armazenar parte das drogas. Para os policiais, a utilização do equipamento poderia ajudar a conter o odor dos entorpecentes e dificultar que o cheiro fosse percebido por vizinhos ou durante eventuais patrulhamentos.

Suspeita teria alegado fazer entregas

Segundo o sargento Mesquita, a mulher afirmou aos policiais que realizava apenas a entrega das drogas e que teria alugado um quarto da residência para outras pessoas utilizarem o espaço. A suspeita também teria dito que trabalhava com o chamado tráfico por meio de vendas online, no qual os contatos para compra e venda são feitos por aplicativos de mensagens ou redes sociais. Depois, a entrega seria combinada em locais públicos.

A polícia investiga agora quem seria o responsável pelos entorpecentes encontrados na casa e se a mulher tinha ligação com alguma organização criminosa. Ainda conforme o sargento, a suspeita não possui antecedentes criminais, o que, neste momento, dificulta estabelecer uma eventual ligação dela com uma organização criminosa.

A mulher foi presa e encaminhada às autoridades responsáveis. O caso segue sob investigação.

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Formada, há 13 anos, em jornalismo, pela Faculdade Pitágoras BH. Pós-graduada em jornalismo digital e produção multimídia.

 

 

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