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Mortes de peixes no Rio Paraopeba mobiliza investigação sobre possível contaminação na Grande BH

Defesa Civil e órgãos ambientais recomendam que população não consuma peixes encontrados mortos no rio

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A tradicional época da Quaresma movimenta o mercado de peixes e, em Minas Gerais, as vendas, nos principais polos de produção, aumentaram em torno de 30% a 40%.
Prefeitura acionou IEF e Semad para apurar causas da mortandade registrada desde o dia 6 de setembro • Foto: 

Autoridades ambientais realizam análises no rio Paraopeba para identificar o que causou a morte de mais de 4 mil peixes no trecho que passa por Esmeraldas, na Grande BH.

A mortandade começou a ser registrada no dia 6 de setembro, após denúncia de moradores e pescadores da região. A suspeita de ambientalistas é de que um produto químico tenha sido despejado no rio.

No entanto, a expectativa é de que os estudos da água, capazes de confirmar ou descartar a suspeita, fiquem prontos em até 10 dias. A orientação é de que as pessoas não consumam os peixes encontrados mortos às margens do Paraopeba, como destaca o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do rio, Heleno Maia.

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Ele continuou: "Temos todo o equipamento de segurança necessário para realizar o trabalho de coleta. Uma contaminação pode trazer prejuízos enormes à saúde pública, não só de quem tiver contato direto, mas também de outras pessoas próximas. Neste momento, o ideal é se afastar e deixar que as autoridades atuem”.

Em nota, a Prefeitura de Esmeraldas informou que já tomou ciência da situação relatada e, de imediato, formalizou denúncia junto ao Instituto Estadual de Florestas (IEF) e à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), solicitando fiscalização e apuração das causas do ocorrido.

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Formada, há 13 anos, em jornalismo, pela Faculdade Pitágoras BH. Pós-graduada em jornalismo digital e produção multimídia.