Lojas de usados movimentam a economia de BH e são 'vitrines para o futuro'
Sexta e última reportagem da série de matérias especiais da Itatiaia aborda o impacto do comércio de usados na economia da capital mineira

Nos últimos dias, a Itatiaia mostrou como o comércio de usados ajuda a moldar a economia de Belo Horizonte. A capital mineira tem mais de 2,6 mil lojas de roupas e vestuário usado e outras milhares de lojas de livros, discos de vinis, móveis e por aí vai. Isso tudo sem contar, é claro, o comerciante informal, que vende seus produtos em casa, pela internet ou em uma banquinha de rua. E esses estabelecimentos abrem vagas de emprego e fazem a economia girar.
No último episódio da série especial de matérias da Itatiaia, especialistas analisam a importância do mercado de usados para a economia de Belo Horizonte e de Minas Gerais como um todo. Participaram desse episódio Marcelo de Souza e Silva, presidente da CDL BH (Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte); Karina Hanun, analista técnica do Sebrae Minas (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas); e Marcelo Souza, presidente do Inec (Instituto Nacional de Economia Circular).
Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.



