O atendimento foi parcialmente suspenso no Hospital Alberto Cavalcanti, no Bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste de Belo Horizonte, depois que uma tubulação se rompeu na noite desta terça-feira (16).
Conforme denúncia feita à Itatiaia, a tubulação se rompeu no setor de pronto atendimento, o que causou inundação nos consultórios e inviabilizou os atendimentos aos pacientes. Um vídeo recebido pela reportagem mostra o corredor inundado, além de vazamento pelo teto.
Hospital de BH tem atendimentos afetados após rompimento de tubulação
— Itatiaia (@itatiaia) December 17, 2025
📲 Leia mais em https://t.co/ze8WN7tHaV
📹 Imagens cedidas à Itatiaia pic.twitter.com/g8PDu3bzNa
Ainda segundo a fonte, os funcionários estavam com dificuldade de estancar a água. Um profissional, que atua em outra unidade de saúde, foi acionado para a manutenção. De acordo com a denúncia recebida pela reportagem, o Hospital Alberto Cavalcanti não conta com equipe de manutenção.
Procurada pela Itatiaia, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) confirmou que o vazamento ocorreu por causa do rompimento da tubulação e garantiu que não houve a suspensão do atendimento. “O serviço de manutenção que funciona 24 horas foi acionado e rapidamente resolveu a ocorrência. O reparo na tubulação já está acontecendo”, disse em nota enviada à reportagem na manhã desta quarta-feira (17).
Leia a nota da Fhemig na íntegra
“A direção do Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), da Fhemig, informa que o vazamento em decorrência do rompimento da tubulação foi contido ontem mesmo e que não houve suspensão do atendimento aos pacientes. O serviço de manutenção que funciona 24 horas foi acionado e rapidamente resolveu a ocorrência. O reparo na tubulação já está acontecendo.
Lembramos ainda que a edificação tem 88 anos e, portanto, possui limitações próprias de uma estrutura antiga. Esse é um dos motivos para a construção do Complexo de Saúde Hospital Padre Eustáquio (HoPE), que será o mais moderno 100% SUS do país e reunirá, numa mesma estrutura, no bairro Gameleira, quatro unidades da Fhemig: o próprio Alberto Cavalcanti, a Maternidade Odete Valadares e os hospitais Eduardo de Menezes e Infantil João Paulo II, além do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MG).”