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Homem que perdeu antebraço em explosão em apartamento já foi preso por extorquir traficante da Serra, em BH 

Homem tem, pelo menos, nove boletins de ocorrência entre 2016 e 2022

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Homem está internado sob escolta policial no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte
Homem está internado sob escolta policial no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte  • Reprodução/ PMMG/divulgação

O homem, identificado como L.L.S, de 28 anos, que perdeu o antebraço após uma bomba de fabricação caseira explodir em um apartamento no bairro Anchieta, na região Centro-Sul de BH, tem, pelo menos, nove boletins de ocorrência entre 2016 e 2022. Entre eles: posse/porte ilegal de arma; moeda falsa, falsa identidade, ameaça.

O caso mais grave ocorreu em setembro de 2020, quando a Corregedoria da Polícia Civil recebeu uma denúncia de que um traficante estaria sendo extorquido por L.L.S e um policial civil, no Aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Foi então que a PC foi até as imediações do beco Santo Antônio, onde foi montado um cerco policial para acompanhar a entrega da suposta vantagem econômica. Uma viatura policial descaracterizada foi parada. Lá, estavam um investigador e L.L.S Na ocasião, a polícia apreendeu R$650 no carro e $953,0 em moeda estrangeira. Os dois foram presos.

A reportagem da Itatiaia entrou em contato com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e aguarda um posicionamento.

Explosão no apartamento do Anchieta

O acidente aconteceu durante a noite de quarta-feira (26). Ele está internado sob escolta policial no Hospital João XXIII.

Conforme a polícia, o pai e o irmão do jovem estavam no apartamento quando tudo aconteceu. A explosão foi tão forte que detonou os vidros do quarto da vítima, além de causar pânico nos vizinhos. Ele foi socorrido pelos próprios familiares ao hospital.

O Batalhão de Operações da PM foi acionado e cercou o quarteirão. Os moradores do prédio também precisaram sair enquanto o esquadrão antibombas vistoriava o apartamento.

No quarto onde houve a explosão foram aprendidos três artefatos conhecidos como treme terra, além de bombas menores e pedaços de cano onde a pólvora seria colocada.

*com informações de João Eduardo Santana e Oswaldo Diniz

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Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.

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Repórter policial e investigativo, apresentador do Itatiaia Patrulha.