Engenheira dada como desaparecida em BH saiu por vontade própria, diz Polícia Civil
O paradeiro da mulher, de 42 anos, foi descoberto pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG); instituição informou que não há qualquer indício de que engenheira tenha sido vítima de crime

A engenheira civil de 42 anos que havia sido dada como desaparecida em Belo Horizonte foi localizada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A instituição informou que a mulher saiu do apartamento onde havia sido vista pela última vez por vontade própria. Ou seja, o caso foi classificado como um desaparecimento voluntário.
Ainda segundo a polícia, não há indício de que a engenheira tenha sido vítima de algum crime. "Ressalta-se que, tratando-se de pessoa maior e capaz e não havendo indícios de crime, ela não pode ser coagida a revelar sua localização ou obrigada a manter contato com familiares contra a própria vontade. A preservação de sua privacidade, nesse contexto, deve ser respeitada", escreveu, em nota.
A instituição informou, ainda, que mantém as diligências necessárias, dentro dos limites legais, para o esclarecimento do caso.
Segundo informações apuradas pela Itatiaia, a mulher saiu do imóvel sem avisar para onde iria e deixou o telefone celular no local. Desde então, familiares não conseguiram mais contato com ela.
No momento em que desapareceu, ela usava uma blusa social branca e uma calça bege larga. Ela é alta, tem cabelos curtos e, segundo os familiares, não possui cicatrizes ou tatuagens que possam facilitar a identificação.
Segundo pessoas próximas, não era comum que a mulher saísse sem comunicar aos familiares onde estaria.
Familiares também relataram que a engenheira vinha passando por um período de dificuldades pessoais e recebendo acompanhamento médico.
As autoridades foram acionadas e o caso está sendo acompanhado.
Repórter policial e investigativo, apresentador do Itatiaia Patrulha.



