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Brasileira que ostenta vida de luxo em Dubai foi condenada por estelionato em Minas Gerais

De acordo com a polícia, o casal se apresentava como proprietário de uma empresa de investimentos e prometia às vítimas rentabilidade de 100%

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A cantora gospel Isabela Cristi já foi condenada por estelionato • Reprodução redes sociais

A cantora gospel e empresária Isabela Cristi Gomes Barros, de 32 anos, que exibe uma rotina de luxo nas redes sociais em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, já foi condenada por estelionato e por crime contra a economia popular em Minas Gerais.

Embora tenha recebido o perdão da pena em 2025, Isabela continua sendo investigada pela Polícia Civil de Minas Gerais sob suspeita de envolvimento em novos golpes aplicados em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, ela e o marido, David Robson de Barros, são apontados como responsáveis por um suposto esquema de pirâmide financeira que teria causado prejuízo a cerca de 300 investidores.

De acordo com a polícia, o casal se apresentava como proprietário de uma empresa de investimentos e prometia às vítimas rentabilidade de 100% sobre o valor aplicado em apenas 40 dias.

Vida de luxo

Nas redes sociais, Isabela compartilha registros da rotina em Dubai, onde divulga a própria empresa de investimentos e se apresenta como criadora de conteúdo sobre estilo de vida, modelo e cantora gospel.

Em uma publicação recente, ela afirmou ter se tornado oficialmente residente dos Emirados Árabes Unidos e informou que a empresa Izarah International Investment Group passou a operar legalmente no país, cumprindo, segundo ela, todas as exigências locais.

Na postagem, Isabela também comentou as investigações e afirmou ter superado dificuldades.

"Só Deus sabe tudo o que enfrentei para chegar até aqui. Só Ele conhece as noites em que chorei, as injustiças que vivi, as portas que se fecharam e a força que Ele me deu para não desistir. Nos últimos dias tentaram me derrubar mais uma vez, mas eu tinha a certeza de que não existe vitória sem luta. Eu sabia que Deus estava preparando uma vitória muito maior", escreveu.

Apesar da condenação anterior ter sido extinta por perdão judicial, a empresária segue sendo alvo de investigações sobre a suposta prática de novos crimes financeiros.

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Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu conteúdos para as editorias Turismo, Gastronomia e Emprego/ Concursos. Atualmente, colabora com as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo.

 

 

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