BH pode podar até 250 mil árvores para prevenir efeitos de eventos climáticos extremos; entenda
Poda das árvores segue diretrizes de órgãos especializados e não facilita queda, segundo Cemig

Nos últimos anos, o Brasil vem sofrendo impacto com eventos climáticos extremos, como tempestades, ventanias e grande incidência de raios em Minas Gerais. Essas situações podem provocar danos ao sistema de distribuição elétrica, principalmente em função da queda de árvores.
250 mil podas
Nesse contexto, entre as ações previstas, destaca-se a realização de 250 mil podas de árvores, que fazem parte das manutenções preventivas. Para realização das podas, em convênio com a Prefeitura de Belo Horizonte, tecnologias para monitorar as espécies são adotadas.
“Além de drones para inspeção, serão utilizados equipamentos importados que realizam um diagnóstico da saúde da árvore. É um verdadeiro ultrassom da árvore, avaliando se há risco de queda, ou se apenas a poda é suficiente como ação preventiva”, destaca Alexandre.
Manutenção preventiva
O supervisor destaca também que a realização das ações em abril tem caráter preventivo. “Intensificamos essas ações durante abril e setembro para justamente preparar a rede para o período chuvoso, que ocorre entre outubro e março. Nesses meses temos outro foco: as manutenções corretivas, com foco em atender demandas de queda de energia acidental”, ressalta o representante da Companhia.
“No caso de chuva e vento forte, ou até mesmo queda de árvores, há derrubada de galhos que podem atingir a rede elétrica. Por isso, a poda preventiva é importante, ao eliminar o risco desses galhos atrapalharem a rede”, conclui Alexandre Ribeiro.
Pablo Paixão é graduado em Jornalismo, pela UFMG, e em Cinema e Audiovisual, pelo Centro Universitário UNA BH. Tem experiência em diferentes áreas da comunicação e marketing. Com passagem pela TV UFMG, na Itatiaia atuou inicialmente nas editorias de Entretenimento, Cultura e Minas Gerais. Atualmente, colabora com as editorias Pop e Carnaval.



