Belo Horizonte
Itatiaia

BH 128 anos: capital aposta no 'jeito mineiro' para manter crescimento turístico

Cidade encanta visitantes de diferentes regiões do Brasil, oferecendo atrações históricas, gastronomia e entretenimento

Por
BH espera atrair pelo menos 10 mil visitantes estrangeiros durante o Carnaval • PBH/Divulgação

O quinto e último episódio da série especial da Itatiaia, que comemora os 128 anos de Belo Horizonte, apresenta o segredo do sucesso recente do turismo da capital mineira.

As esquinas de BH são famosas por promover encontros. E, nos últimos anos, elas têm sido palco do encontro entre a capital mineira e o mundo. Somente o carnaval de 2024 atraiu mais de 5 milhões de visitantes, isso sem contar os turistas que passam pela cidade durante todo o ano.

Adilson da Silva, morador de Sabará, na Região Metropolitana, frequenta Belo Horizonte regularmente.

''De 10 em 10 dias, quando estou de folga, gosto de vir a BH. Curto um caldo de mocotó do Nunu, gosto de curtir o Café Palhares'', compartilha Adilson.

Além do lazer, ele destaca a praticidade da cidade para resolver questões práticas: 'É mais fácil vir aqui, o transporte é mais rápido, tem mais opções de lojas para pagar as contas''.

''BH representa para mim uma cidade tranquila. Geralmente, eu vou lá em busca de diversão, entretenimento. Apesar de ser uma cidade grande, ela passa uma certa tranquilidade, um acolhimento''.

''Histórica. Uma cidade histórica que remete a muitas coisas, né? A história realmente do passado, ao grande Juscelino Kubitschek, ao Pitu...'', afirmou Abgail.

Hospitalidade mineira convida turistas

Bárbara Menut, presidente da Belotur, empresa Municipal de Turismo, oferece uma explicação para o carisma da cidade.

''O turista vem pra cá, achando que vai conhecer Belo Horizonte, e sai daqui conhecendo BH. Esse jeito nosso afetivo, acolhedor que a forma como vamos criando laços. De cara, já estamos convidando para sentar à mesa e tomar cerveja''.

A hospitalidade mineira deixa marca nos visitantes. A paulista Abgail, não sabe quando vai voltar a Belo Horizonte e, por isso, fez questão de levar lembranças típicas, como canequinhas, doce de leite e goiabada, carregando as memórias da visita à capital mineira.

Leia também

Por

Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.