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Robô aquático auxilia nas buscas de PM desaparecido em SP

O policial Luca Romano Angerami, de 21 anos desapareceu há dez dias; pai do soldado gravou vídeo sobre a angústia de acompanhar as buscas

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O Remotely Operated Vehicle (ROV) é utilizado pela equipe de mergulho do Comandos e Operações Especiais - COE da Polícia Militar • COE

A polícia de São Paulo passou a utilizar um robô aquático para auxiliar nas buscas do soldado Luca Romano Angerami, de 21 anos, que desapareceu no dia 14 de abril no Guarujá (SP).

O que aconteceu

O solado Luca Angerami está desaparecido desde 14 de abril. Ele foi visto pela última vez próximo a uma biqueira no Guarujá, litoral sul de São Paulo, após sair de uma adega, onde bebia com os amigos.

O carro do soldado foi encontrado na manhã do mesmo dia, abandonado na Rodovia Cônego Domênico Rangoni. Luca pertence a uma família de policiais e é quadrigêmeo. Com ele nasceram duas irmãs e um irmão, também policial militar. Luca é PM desde 2022.


O soldado Luca Angerami, de 21 anos desde 14 de abril.O pai, Renzo Borges Angerami, é investigador da Polícia Civil de São Paulo. Nas redes sociais, ele gravou um desabafo sobre a angústia em acompanhar as buscas por seu filho:


O pai do soldado, Renzo Angerami, é investigador da Polícia Militar de SP.“Essa amargura é muito difícil, mas traz também o conhecimento de pessoas que nunca encontraram seus entes, que ficam sempre, eu nunca entendi esse sentimento. É horrível. Estou há uma semana. Espero que as buscas tenham sucesso, e eu entendo hoje que vivo o morto, o cara quer chorar pelo seu ente querido”, disse o investigador.

Ele também contou que quando Luca era recém-nascido teve 11 paradas cardíacas e quase morreu:

“Deus me deu ele por 21 anos, então Deus me deu o Luca ao invés de ir embora, me deu essa luz, esse cara, por 21 anos, e se ele tiver que ir embora eu vou devolver ele pra Deus com muita dignidade”, concluiu.

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