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Polícia identifica e procura por homem que matou radialista a tiros durante programa ao vivo

De acordo com a polícia, o suspeito do crime foi identificado; radialista era filho de conhecido locutor de aparelhagem no Pará

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Luisinho Costa foi morto a tiros durante exibição de programa ao vivo, no Pará.
Luisinho Costa foi morto a tiros durante exibição de programa ao vivo, no Pará. • Reprodução | Redes Sociais

A Polícia Civil do Pará identificou o suspeito de matar o radialista Luís Augusto Carneiro Costa, de 40 anos, durante um programa ao vivo, em Abaetetuba, no nordeste do Pará, nessa terça-feira (27).

Luisinho Costa, como era conhecido, foi morto a tiros dentro de um estúdio de rádio pelo homem que foi identificado, mas segue foragido. Durante o crime, ouvintes puderam escutar os disparos.

O assassinato aconteceu na rádio Guarany FM, localizada no Centro da cidade, e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas pela polícia. Ainda de acordo com a PC, perícias foram solicitadas e testemunhas serão ouvidas para auxiliar nas investigações.

Quem era Luisinho Costa

Luizinho era filho de Bené Costa, conhecido como locutor de aparelhagem Ben Som e atual diretor da rádio em que trabalhava. Em suas redes sociais, Luís se apresentava como DJ e promotor de eventos. Diversas mensagens de carinho e apoio foram deixadas por seus seguidores. Ele era casado e deixa esposa e uma filha.

O 'blocomenamora', que era administrado por Luisinho e famoso na cidade, também lamentou a morte do radialista. “É com profunda tristeza que o Bloco Me Namora comunica o falecimento de Luisinho Costa, amigo querido e parte fundamental da nossa história. Ele viveu o bloco com dedicação, alegria e um compromisso que tocava a todos. Sempre presente, silencioso nos bastidores, mas gigante na entrega. Foi parte do que somos e do que levamos às ruas com tanto amor”, diz um trecho da nota.


Além do rádio, Luisinho era um dos administradores do bloco carnavalesco Me Namora.

Conforme uma nota conjunta divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Rádio e Televisão (Stert-PA), o Sindicato de Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) e a Comissão em Defesa da Liberdade de Imprensa da OAB-PA, que lamentam o caso, eles também irão “acionar os órgãos de segurança para que as circunstâncias e a motivação do assassinato sejam esclarecidas”.

“A violência contra os profissionais de comunicação do estado deve ser enfrentada por toda a sociedade. Cada violência contra um profissional da imprensa é também um ato contra a liberdade de informação, a democracia e o Estado Democrático de Direito”, diz o texto.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

 

 

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