Pai morto por atirador em Novo Hamburgo denunciou filho pouco antes de morrer, diz militar
Polícia foi até a casa da família na noite desta terça-feira (22) após uma denúncia contra o suspeito que reagiu à chegada dos agentes disparando vários tiros

O pai do atirador morto na noite desta terça-feira (22), em Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre, denunciou que ele e a esposa estariam sofrendo maus-tratos pelo filho ao ligar para a polícia pouco antes de morrer.
“Recebemos uma ligação do pai do agressor informando que eles estava sofrendo maus-tratos. No local, a equipe fez contato com o pai do agressor, que relatou que ele e a mãe do agressor estavam sofrendo por parte do filho, que não deixava eles saírem de casa”, informou o Tenente-coronel Alexandro dos Santos Famoso, da Brigada Militar.
Segundo o militar, os agentes chegaram ao local e passaram a prestar atendimento, tudo corria de forma tranquila até que o filho das vítimas passou a efetuar disparos. “Ele começou a atirar em todas as pessoas que estavam na frente da residência”, disse o tenente-coronel.
O caso
Um homem atirou contra diversas pessoas do interior de sua residência em Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre. A Brigada Militar foi acionada para a ocorrência na noite desta terça-feira (22), por volta das 23h.
Até o momento, duas pessoas morreram e 10 ficaram feridas. As vítimas fatais são o policial militar Everton Raniere Kirsch Junior e o pai do suspeito. Os feridos são seis policias, a mãe, a irmã e a cunhada do criminoso. A ocorrência segue em andamento na manhã desta quarta-feira (23). Não há reféns na residência, mas o homem segue atirando em quem tentar se aproximar.
*Matéria em atualização*
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.



