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Padrasto é condenado a 42 anos de prisão por estuprar a própria enteada

Além da prisão, o homem foi condenado a pagar uma multa de R$20 mil à vítima

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Caso aconteceu em Manus, capital da Amazônia
Caso aconteceu em Manus, capital da Amazônia • Agência Brasil

Um homem foi condenado a 42 anos e 11 meses de prisão por estupro de vulnerável praticado contra a própria enteada. O homem também foi condenado a pagar uma multa de R$20 mil em favor da vítima.

Segundo a sentença, o homem praticou abusos sexuais contra a criança durante seis anos, sendo que tudo começou quando ela ainda tinha 9 anos. O caso aconteceu em Manaus, capital da Amazônia.

“É nítido o sofrimento moral suportado pela vítima em decorrência da conduta do réu, fato causador de abalo à esfera psíquica e à honra da ofendida. Desse modo é que o constrangimento, o sofrimento e o trauma experimentados ante a conduta do réu enseja reparação”, argumenta a juíza Dinah Câmara Fernandes na sentença.