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MP recorre contra juíza que mandou prender Gusttavo Lima e Deolane e aponta 'abusos'

Promotores discordam da denúncia feita contra os investigados antes de terem mais provas para embasarem a acusação

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Gusttavo Lima preso? Saiba o que é a Operação Integration, que investiga lavagem de dinheiro • Reprodução/ Redes sociais | Divulgação/ Polícia Civil de Pernambuco

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recorreu de decisões da juíza Andrea Calado da Cruz durante a atuação da Operação Integration - que envolveu a investigação de famosos, como Deolane Bezerra e Gusttavo Lima. No recurso, os promotores alegaram que a magistrada cometeu abusos durante a condução da operação contra um esquema de lavagem de dinheiro e apostas.

No documento obtido pela CNN Brasil, os promotores afirmaram que ações da magistrada são influenciadas pelo o que eles classificam como "paixão pela investigação". Para eles, as apurações deveriam ter avançado mais antes das denúncias, principalmente no que trata sobre as movimentações financeiras dos investigados.

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Prisão de Gusttavo Lima e Deolane

Em setembro deste ano, a juíza Andrea Calado da Cruz decidiu pela prisão preventiva de Deolane Bezerra e Gusttavo Lima, para a investigação de um esquema de lavagem de dinheiro e de jogos ilegais. Contudo, na mesma época, o Ministério Público de Pernambuco pediu que a Polícia Civil investigasse mais a situação e apresentasse mais provas para embasar as acusações contra os suspeitos da investigação.

Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, assim que o MPPE fez o pedido, “as diligências foram solicitadas no último dia 20 de setembro e foram todas cumpridas e encaminhadas ao Ministério Público de Pernambuco em outubro”.

Desde então, o ministério público solicitou a quebra dos sigilos bancários, ainda em curso pela PC e que serão enviados ao órgão.

Andamento da Operação Integration

Na coletiva, Roberto Brayner explicou que a Operação Integration continua em curso e pediu novamente, novas diligências a Polícia Civil de Pernambuco. Ele alegou que a denúncia do Ministério de Pública somente poderá ser formalizada com elementos concretos.

*Com informações da CNN Brasil

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Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento