Itatiaia

Mais da metade das empresas de transporte do RS vai precisar de apoio financeiro após as enchentes

Dois meses após as chuvas históricas, várias áreas do Rio Grande do Sul ainda têm lama e entulhos espalhados pelas cidades.

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Estudo da CNT mostra necessidade de crédito para empresas de transporte • Gustavo Mansur/ Palácio Piratini
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A reportagem da Itatiaia flagrou vários congestionamentos quilométricos e que se arrastavam por horas. Em um deles, encontramos um motorista transportando exames que podem salvar a vida de uma pessoa.

"É material de Oncologia para o Hospital das Clínicas. Subi há uma hora na ponte de Canoas e estou até agora parado. Só andei uns quatro quilômetros", relata o empresário Pablo Moraes.

A reportagem percorreu mais de 5 mil quilômetros de estradas durante cerca de 30 dias de cobertura. A nossa reportagem registrou transtornos em mais de dez cidades de diferentes pontos do Estado. Com as chuvas intensas, as rodovias chegaram a registrar mais de 150 pontos de bloqueio. Neste momento, há 80 pontos de bloqueios parciais ou totais em estradas estaduais e federais.

Os buracos e os desvios de rota têm sido inimigos dos caminhoneiros. Com uma borracharia às margens da rodovia em Eldorado do Sul, Ricardo Lucena Medeiros, têm escutado esse tipo de relato diariamente.

Estudo mostra necessidade de crédito para o transporte

Um pneu desse novo, dependendo da marca é R$ 2 mil

"Queima tudo, não sobre nada. Essa água é corrosiva", avalia o mecânico Rafael Menezes sobre os problemas encontrados nos veículos inundados.

O levantamento da CNT aponta que todos os modais foram afetados. rodovias, portos e aeroportos. Neste momento de reconstrução, será preciso um planejamento estratégico. A avaliação é do professor da escola de engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, PHD na área de transportes, Luiz Afonso dos Santos Senna.

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Correspondente da Rádio Itatiaia em São Paulo. Apresentador do quadro Palavra Aberta e debatedor do Conversa de Redação. Ingressou na emissora em 2023. Começou no rádio comunitário aos 14 anos. Graduou-se em jornalismo pela PUC Minas. No rádio, teve passagens pela Alvorada FM, BandNews FM e CBN, no Grupo Globo. Na Band, ocupou vários cargos até chegar às funções de âncora e coordenador de redação na Band News FM BH. Na televisão, participava diariamente da TV Band Minas e do Band News TV. Vencedor de nove prêmios de jornalismo. Em 2023, foi reconhecido como um dos 30 jornalistas mais premiados do Brasil.

 

 

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