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Incêndio no Parque Nacional de Brasília atinge mais de 2 mil hectares e se aproxima de casas

Conforme o Corpo de Bombeiros, 493 combatentes atuam no incêndio, sendo 400 militares da corporação, 26 brigadistas do ICMBio e 17 brigadistas do Prevfogo e do Instituto Brasília Ambiental

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Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O incêndio que atinge o Parque Nacional de Brasília desde domingo (15) já chega perto das casas situadas nas redondezas do local. Há suspeita de que as chamas tenham começado com uma ação criminosa, e, agora, nesta segunda-feira (16) a capital federal está completamente tomada pela fumaça da queimada que acontece nas redondezas.

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Conforme o Corpo de Bombeiros a estimativa é de que as chamas já atingiram cerca de 2 mil hectares da área de proteção ambiental - o que equivale a quase sete vezes o tamanho total de Belo Horizonte. A professora Silvana Moura, que mora em uma vila militar ao lado da Floresta Nacional, conta que as chamas chegaram em volta de sua casa no início da tarde desta segunda-feira (16).

Silvana conta que essa é a pior situação já enfrentada no local. “Já teve queimadas na floresta em outros anos, mas dessa vez está pior. Eu nunca vi uma coisa tão absurda”. Segundo ela, famílias vizinhas estão deixando suas casas por causa da fumaça e do medo do avanço do fogo.

Com 146 dias sem chuvas este ano no Distrito Federal, o tempo quente e seco dificulta o trabalho das equipes e facilita a propagação das chamas. Além disso, a situação foi agravada porque o incêndio se dividiu em quatro frentes diferentes de queimadas. Dessa forma, para tentar controlar o fogo, nesta tarde, foram empregados 493 combatentes atuam no incêndio, sendo 26 brigadistas do ICMBio, 400 militares do Corpos de Bombeiros e 17 brigadistas do Prevfogo e do Instituto Brasília Ambiental.

Também são empregadas três aeronaves que atuam no lançamento de água para conter o fogo e um helicóptero dos Bombeiros monitora a área.

*Com informações da Agência Brasil

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Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento