Exército pune 38 militares por furto de metralhadoras em SP
Inquérito Policial Militar teve o prazo para conclusão prorrogado

Trinta e oito militares do Exército foram punidos administrativamente no caso envolvendo o furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de Barueri, na Grande São Paulo, que aconteceu em setembro do ano passado. A informação foi divulgada nesta terça-feira (9) pelo Comando Militar do Sudeste.
A punição administrativa, como a prisão disciplinar, é cumprida de um a 20 dias, conforme a patente e o grau de envolvimento do militar no caso. Das 21 metralhadoras furtadas, duas ainda não foram recuperadas.
Nesta terça, o Exército também informou que o Inquérito Policial Militar (IPM), que investiga o caso, teve o prazo prorrogado. A investigação era para ter sido concluída até o fim do ano passado. O caso também é investigado na esfera civil.
De acordo com o Comando Militar do Sudeste, a investigação por parte do Exército tramita em sigilo "e as informações serão passadas com oportunidade assim que finalizado o processo".
Das 19 metralhadoras recuperadas, 10 foram encontradas no Rio de Janeiro e as outras nove em São Paulo.
Jornalista há 15 anos, com experiência em impresso, online, rádio, TV e assessoria de comunicação. É repórter da Itatiaia em São Paulo.
